Por vezes encontro um espaço para vir espreitar por estas bandas mas não é a mesma coisa.
Tenho pena de não ter tempo de ler todos aqueles blogs que eu adorava e com certeza que quando eu regressar à blogsfera, com tempo, vou voltar a adorar.
Está a ser uma batalha de proporções enormes, catastrofica para o ser e o pensar, as baterias não estão a carregar. Estou com um curto-circuito.
Tenho saudades de dizer (escrever) coisas que por vezes me ocorrem. Sei que são, a maioria das vezes, apenas coisas estúpidas que saem desta arma perigosa que é o cérebro humano... O meu é, quase sempre, qualquer coisa parecida com um barco a deriva, sem vontade de qualquer que seja o assunto, qualquer que seja qualquer coisa e torna-se perigoso para qualquer pessoa que queira investigar o que andam os meus pirolitos cerebrais a fazer ou a querer magicar. A essas pessoas eu digo: por favor desistam, é um caso perdido. A ciência não conseguirá encontrar uma justificação.
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